{"id":229,"date":"2012-10-25T18:42:52","date_gmt":"2012-10-25T20:42:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.apedu.org.br\/site\/2012\/10\/25\/sud-mennucci-um-educador-que-nao-pode-ser-esquecido\/"},"modified":"2012-10-25T18:42:52","modified_gmt":"2012-10-25T20:42:52","slug":"sud-mennucci-um-educador-que-nao-pode-ser-esquecido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.apedu.org.br\/site\/sud-mennucci-um-educador-que-nao-pode-ser-esquecido\/","title":{"rendered":"Sud Mennucci, um educador que n\u00e3o pode ser esquecido."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">SUD MENNUCCI, UM EDUCADOR QUE N\u00c3O PODE SER ESQUECIDO <br \/>Por Luiz Gonzaga Bertelli.<\/p>\n<p>Luiz Gonzaga Bertelli \u00e9\u00a0 presidente e titular da cadeira n\u00ba 21 da Academia Paulista de Hist\u00f3ria \u2013 APH, membro da Academia Paulista de Letras Jur\u00eddicas \u2013 APLJ e da Academia Paulista de Educa\u00e7\u00e3o \u2013 APE, a cujo s\u00edtio cede este trabalho, j\u00e1 publicado na Revista do Historiador, edi\u00e7\u00e3o 162, de maio\/junho de 2012.<br \/>Nascido em Piracicaba, em 1892, Sud Mennucci revelou muito cedo sua intelig\u00eancia e precocidade. Com apenas 11 anos de idade, j\u00e1 havia obtido a forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica que o habilitava a ingressar na escola complementar, como ent\u00e3o era chamado o curso de prepara\u00e7\u00e3o para o magist\u00e9rio. O almejado diploma, conquistado aos 16 anos, n\u00e3o permitiu a ele o imediato exerc\u00edcio profissional, pois teve que esperar at\u00e9 1910 para assumir o cargo de professor na escola da Fazenda Figueira, em Cravinhos.<br \/>Al\u00e9m de lecionar, o que lhe garantia o sustento e o sonho de um dia estudar na Escola Polit\u00e9cnica, em S\u00e3o Paulo, Sud Mennucci come\u00e7ou a escrever artigos para peri\u00f3dicos de Piracicaba, dando in\u00edcio \u00e0 extensa carreira jornal\u00edstica que desenvolveu paralelamente a outras atividades. Ao ser nomeado substituto efetivo do Grupo Escolar de Dourado, em 1912, passou a dirigir dois jornais da cidade: A Fita e O Imparcial.<br \/>O talento do jovem mestre era not\u00f3rio, a ponto de ser convidado, em 1913, a integrar o grupo de educadores paulistas designados para sugerir ao governo federal as bases da reforma do ensino nas escolas de aprendizes marinheiros. Havia ent\u00e3o grande empenho do poder p\u00fablico em modernizar as For\u00e7as Armadas, sobretudo depois da Revolta da Chibata. Coube a Sud Mennucci, nesse contexto, examinar as condi\u00e7\u00f5es de tais escolas em Bel\u00e9m do Par\u00e1, obtendo para tanto a patente de tenente-capit\u00e3o.<br \/>De volta a S\u00e3o Paulo, em 1914, passou a trabalhar como professor adjunto no Grupo Escolar de Porto Ferreira. Suas atividades jornal\u00edsticas ganhavam espa\u00e7o, com a abordagem de temas liter\u00e1rios e educacionais e, em especial, dos problemas do ensino rural, dos m\u00e9todos de aprendizagem e das ideias da chamada Escola Nova. Conciliava as fun\u00e7\u00f5es docentes com as de diretor do jornal da cidade, A Folha, e as de colaborador dos prestigiosos di\u00e1rios da capital, Correio Paulistano e O Estado de S. Paulo. Em 1918 publicou seu primeiro livro, Alma contempor\u00e2nea, uma s\u00e9rie de ensaios de est\u00e9tica liter\u00e1ria que, segundo alguns autores, prenunciavam a Semana de Arte Moderna.<br \/>Em 1920 recebeu das m\u00e3os do diretor da Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica, Ant\u00f4nio de Sampaio D\u00f3ria, a incumb\u00eancia de realizar o Recenseamento Escolar do Estado de S\u00e3o Paulo, cujos resultados apontavam para um quadro dram\u00e1tico: 53% das crian\u00e7as eram analfabetas; na capital, 40% das crian\u00e7as n\u00e3o frequentavam escola, e, no interior, esse \u00edndice subia para 70%. Data desse per\u00edodo sua decis\u00e3o de abra\u00e7ar, definitivamente, a causa da educa\u00e7\u00e3o, que julgava ser o \u00fanico meio de solucionar os graves problemas econ\u00f4micos brasileiros.<br \/>\u00a0O sucesso obtido na complexa tarefa de diagnosticar a situa\u00e7\u00e3o educacional paulista resultou em sua promo\u00e7\u00e3o para Campinas, onde assumiu a Delegacia Regional de Ensino. Logo se integraria \u00e0 vida cultural da cidade, elegendo-se secret\u00e1rio-geral do Centro de Ci\u00eancias, Letras e Artes de Campinas. O prest\u00edgio de Sud Mennucci aumentava, \u00e0 medida que aprofundava suas reflex\u00f5es sobre a realidade brasileira. Em julho de 1921 pronunciou em S\u00e3o Paulo a confer\u00eancia \u201cO ensino particular e o nacionalismo\u201d, sinalizando a necessidade de encontrar solu\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias para os problemas educacionais do pa\u00eds. O ambiente intelectual era ent\u00e3o extremamente prop\u00edcio a tais discuss\u00f5es.<br \/>O segundo livro n\u00e3o tardaria a ser publicado. Com o t\u00edtulo Humor, Sud Mennucci lan\u00e7ava, em 1924, um ensaio cr\u00edtico sobre a literatura humor\u00edstica de v\u00e1rios pa\u00edses. No ano seguinte, por solidariedade ao diretor-geral Guilherme Kuhlmann, pediu demiss\u00e3o da Diretoria Regional de Ensino e, ato cont\u00ednuo, aceitou o convite de J\u00falio Mesquita para trabalhar como redator do jornal O Estado de S. Paulo.<br \/>A experi\u00eancia do censo escolar lhe valeu convite para realizar id\u00eantico trabalho no Rio de Janeiro, quando Fernando de Azevedo ali empreendeu, entre 1927 e 1930, uma s\u00e9rie de reformas educacionais. Tais atividades n\u00e3o comprometiam suas atividades liter\u00e1rias, e em 1927 publicou Rodap\u00e9s, uma colet\u00e2nea de resenhas cr\u00edticas.<br \/>Tornou-se s\u00f3cio e diretor do Gin\u00e1sio\u00a0 Moura Santos, em 1928, estabelecimento em que criou, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Norberto de Sousa Pinto, a primeira escola brasileira destinada a \u201cretardados\u201d, como eram ent\u00e3o denominados os portadores da s\u00edndrome de Down. A iniciativa teve que ser abandonada por n\u00e3o haver pessoal capacitado para lidar com tais deficientes.<br \/>O reconhecimento dos m\u00e9ritos intelectuais de Sud Mennucci f\u00ea-lo ingressar nos quadros da Academia Paulista de Letras, em 1929, ano em que come\u00e7ou a publicar no jornal O Estado de S. Paulo v\u00e1rios artigos que, sob o t\u00edtulo \u201cA escola paulista\u201d, sustentaram\u00a0 pol\u00eamica com Renato Jardim. Afirmava Mennucci que, por ter conciliado os m\u00e9todos tradicionais com os da escola ativa, o professorado paulista havia criado um tipo misto, a que chamou de escola din\u00e2mica, apontando a ado\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo anal\u00edtico para o ensino de leitura como respons\u00e1vel pelo alto n\u00edvel de nossa educa\u00e7\u00e3o.<br \/>Convidado para pronunciar o discurso inaugural do Centro do Professorado Paulista, em 1930, Sud Mennucci assim se referiu \u00e0 categoria: \u201cClasse sem voz, sem representante, sem programa. Nunca disse o que quer, o que deseja, do que precisa&#8230;\u201d No mesmo ano sairia publicado aquele que \u00e9 considerado seu principal livro sobre temas educacionais: A crise brasileira da educa\u00e7\u00e3o. Nele defendia a ideia de que o ensino ministrado \u00e0s crian\u00e7as da zona rural deveria ser diferente daquele destinado a alunos da zona urbana. A obra, mais tarde premiada pela Academia Brasileira de Letras, consolidou o ep\u00edteto que o acompanhou ao longo da vida: o de pai do chamado ruralismo pedag\u00f3gico.<br \/>Com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, e entusiasmado ante a perspectiva de poder interferir nos rumos da educa\u00e7\u00e3o brasileira, Sud Mennucci aderiu \u00e0 Legi\u00e3o Revolucion\u00e1ria de Miguel Costa. Em setembro de 1931 teve oportunidade de participar do Congresso da Legi\u00e3o Revolucion\u00e1ria de S\u00e3o Paulo, expondo suas ideias: a cria\u00e7\u00e3o de um curso profissional obrigat\u00f3rio, em seguida aos quatro anos do curso prim\u00e1rio; a cria\u00e7\u00e3o de uma Universidade do Trabalho, com cursos profissionalizantes de n\u00edvel superior, que funcionariam paralelamente \u00e0s escolas cl\u00e1ssicas; e o desenvolvimento de cursos de cultura popular, voltados para as tradi\u00e7\u00f5es e peculiaridades de cada regi\u00e3o do pa\u00eds. Defendia ainda que tais cursos seriam de responsabilidade dos Estados e munic\u00edpios.<br \/>Tendo Louren\u00e7o Filho se demitido da Diretoria Geral do Ensino, ap\u00f3s a ren\u00fancia do interventor Laudo de Camargo, Sud Mennucci foi nomeado para o cargo e p\u00f4s em pr\u00e1tica uma s\u00e9rie de reformas. No entanto, a falta de apoio a suas iniciativas de implantar o ensino rural e a eclos\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista, em 1932, levaram-no a deixar a Legi\u00e3o Revolucion\u00e1ria e a pr\u00f3pria Diretoria.<br \/>Encerrado o conflito armado de 1932, Sud Mennucci publicou Cem anos de instru\u00e7\u00e3o p\u00fablica, fazendo um balan\u00e7o da educa\u00e7\u00e3o brasileira a partir da Independ\u00eancia, e Brasil desunido, colet\u00e2nea de artigos em que defendia uma nova divis\u00e3o territorial e pol\u00edtica para o pa\u00eds. Em seguida lan\u00e7ou O que fiz e o que pretendia fazer, com os argumentos de defesa das reformas por ele realizadas quando \u00e0 frente da Diretoria Geral do Ensino.<br \/>Nas elei\u00e7\u00f5es para o Centro do Professorado Paulista, enfrentou os aliados dos professores Brasiliense Fusco e Gast\u00e3o Strang, que lhe faziam oposi\u00e7\u00e3o, e conseguiu venc\u00ea-los. Por press\u00e3o dos membros da entidade, Sud Mennucci disp\u00f4s-se a concorrer \u00e0 Constituinte para defender a vitaliciedade do magist\u00e9rio p\u00fablico federal, estadual e municipal, mas n\u00e3o obteve os votos necess\u00e1rios. Em agosto de 1933, voltou a ocupar a Diretoria Geral do Ensino, a convite do interventor Daltro Filho, ficando no cargo tempo suficiente para que fosse assinado o decreto de cria\u00e7\u00e3o da Escola Normal Rural de Piracicaba, pioneira nessa modalidade de ensino. A iniciativa ensejou a publica\u00e7\u00e3o de mais um livro de sua lavra: Aspectos piracicabanos do ensino rural.<br \/>Em 1935 foi convidado para organizar os chamados Clubes de Trabalho, n\u00facleos que a Secretaria da Agricultura, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio do Estado de S\u00e3o Paulo destinava \u00e0 educa\u00e7\u00e3o vocacional de adolescentes nos diferentes ramos do trabalho agr\u00edcola e zoot\u00e9cnico, em articula\u00e7\u00e3o com as escolas prim\u00e1rias e secund\u00e1rias. No mesmo ano publicou Corografia do Estado de S\u00e3o Paulo, voltado para o ensino da Geografia, e Pelo sentido ruralista da civiliza\u00e7\u00e3o, em que re\u00fane textos anteriormente elaborados \u00e0 guisa de subs\u00eddios para a hist\u00f3ria do ensino rural em S\u00e3o Paulo. Um deles, bastante eloquente, chama a aten\u00e7\u00e3o para o Brasil do sertanejo, \u201co Brasil de verdade\u201d, em oposi\u00e7\u00e3o ao que considerava \u201co Brasil da mentira, o Brasil da caricatura, o Brasil da contrafa\u00e7\u00e3o, o Brasil que n\u00e3o est\u00e1 em harmonia com os anseios, com os desejos, com as aspira\u00e7\u00f5es da grande massa de seu povo\u201d. Para Mennucci, a gente do sert\u00e3o e da terra era a \u00fanica que, em a dominando, soube criar dentro do habitat brasileiro uma civiliza\u00e7\u00e3o atrasada, inegavelmente, retard\u00e1ria, sem d\u00favida, primitiva, por certo, mas original e forte, inteiri\u00e7a e integral como todas as cousas simples e sinceras que se inspiram honestamente e galhardamente no ambiente das realidades nacionais.<br \/>As ideias ruralistas de Sud Mennucci e seu empenho em defend\u00ea-las n\u00e3o o impediram de estender seus horizontes intelectuais para outras \u00e1reas do conhecimento. Em 1938 publicou O precursor do abolicionismo no Brasil, tra\u00e7ando o perfil biogr\u00e1fico de Lu\u00eds Gama; em 1939, O pensamento de Alberto Torres; em 1942, \u00c0 margem das Cartas Chilenas, em que foram agrupados v\u00e1rios artigos que dedicou ao problema da autoria da obra; em 1943, Machado de Assis.<br \/>No Congresso Brasileiro de Educa\u00e7\u00e3o, de 1942, representou S\u00e3o Paulo e foi relator do tema que abordava o professor prim\u00e1rio nas zonas rurais, oferecendo uma vis\u00e3o minuciosa da situa\u00e7\u00e3o. No ano seguinte assumiu mais uma vez a Diretoria Geral do Ensino, fazendo da ruraliza\u00e7\u00e3o sua plataforma. Criou a Assist\u00eancia T\u00e9cnica do Ensino Rural, a Escola Agr\u00edcola de Pinhal e diversas escolas rurais. Cuidou igualmente da condi\u00e7\u00e3o dos professores p\u00fablicos, concedendo-lhes autonomia na elabora\u00e7\u00e3o de planos escolares e aumento de vencimentos. Em fins de 1945, retornou \u00e0 Imprensa Oficial.<br \/>O car\u00e1ter multifacetado de sua produ\u00e7\u00e3o e o reconhecimento de sua capacidade cr\u00edtica levaram o interventor Macedo Soares, em 1946, a nome\u00e1-lo docente da rec\u00e9m-criada Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da Universidade de S\u00e3o Paulo, para ministrar aulas de Hist\u00f3ria, Geografia e Sociologia. Apesar do not\u00f3rio saber de Sud Mennucci, o ato foi duramente criticado pela imprensa. Menos que a circunst\u00e2ncia de n\u00e3o possuir diploma de curso superior, no entanto, eram suas afinidades com o getulismo que estavam em jogo, raz\u00e3o por que n\u00e3o logrou alcan\u00e7ar mais nenhum outro cargo de confian\u00e7a no governo estadual.<br \/>Apesar de incentivado a concorrer \u00e0 Constituinte de 1946, preferiu n\u00e3o se candidatar. Mas enviou ao deputado Jos\u00e9 Augusto Bezerra de Medeiros uma s\u00e9rie de sugest\u00f5es, das quais se extraiu uma frase de grande impacto na \u00e9poca: Queremos construir ou demolir o Brasil?<br \/>Antes de morrer, em julho de 1948, Sud Mennucci publicaria mais um livro \u2013 Discursos e confer\u00eancias ruralistas \u2013, uma esp\u00e9cie de testamento intelectual em que reafirmava as ideias que lhe serviram de norte ao longo de sua prof\u00edcua carreira de educador.<\/p>\n<p>FONTES<\/p>\n<p>CHIECO, Nacim Walter. Discurso de posse. S\u00e3o Paulo: Academia Paulista de Educa\u00e7\u00e3o, 2004.<br \/>\u00a0<br \/>GIESBRECHT, Ralph M. Sud Mennucci: mem\u00f3rias de Piracicaba, Porto Ferreira, S\u00e3o Paulo&#8230; S\u00e3o Paulo: Imprensa Oficial, 1998.<\/p>\n<p>MATTOS, Isabel Cristina Rossi. A concep\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o nas obras de Sud Mennucci. Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado apresentada \u00e0 Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2004.<\/p>\n<p>NERY, Ana Clara B. A Sociedade de Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo: embates no campo educacional (1922-1931). Tese de doutorado apresentada \u00e0 Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade de S\u00e3o Paulo. S\u00e3o Paulo, 1999.<br \/>\u00a0<br \/>SOUZA, Rosa F\u00e1tima de. O \u201cbandeirismo paulista no ensino\u201d e a moderniza\u00e7\u00e3o da escola prim\u00e1ria no Brasil: entre a mem\u00f3ria e a hist\u00f3ria. Revista de Educa\u00e7\u00e3o P\u00fablica, Cuiab\u00e1, v. 20, n. 42, 2011, p. 123-143.<\/p>\n<p>VICENTINI, Paula P. Um estudo sobre o CPP &#8211; Centro do Professorado Paulista (1930-1964). Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado apresentada \u00e0 Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade de S\u00e3o Paulo. S\u00e3o Paulo, 1997.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SUD MENNUCCI, UM EDUCADOR QUE N\u00c3O PODE SER ESQUECIDO Por Luiz Gonzaga Bertelli. Luiz Gonzaga Bertelli \u00e9\u00a0 presidente e titular da cadeira n\u00ba 21 da Academia Paulista de Hist\u00f3ria \u2013 APH, membro da Academia Paulista de Letras Jur\u00eddicas \u2013 APLJ e da Academia Paulista de Educa\u00e7\u00e3o \u2013 APE, a cujo s\u00edtio cede este trabalho, j\u00e1 publicado na Revista do Historiador, edi\u00e7\u00e3o 162, de maio\/junho de 2012.Nascido em Piracicaba, em 1892, Sud Mennucci revelou muito cedo sua intelig\u00eancia e precocidade. 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