{"id":2358,"date":"2020-07-14T12:26:52","date_gmt":"2020-07-14T15:26:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.apedu.org.br\/site\/?p=2358"},"modified":"2020-07-14T12:28:43","modified_gmt":"2020-07-14T15:28:43","slug":"teoria-e-pratica-na-educacao-profissional-nacim-chieco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.apedu.org.br\/site\/teoria-e-pratica-na-educacao-profissional-nacim-chieco\/","title":{"rendered":"Teoria e pr\u00e1tica na educa\u00e7\u00e3o profissional &#8211; Nacim Chieco"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Nacim Chieco<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Membro da Academia Paulista de Educa\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Lutar com palavras<\/em><\/p>\n<p><em>parece sem fruto.<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o tem carne e sangue&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>Entretanto, luto.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Carlos Drummond de Andrade<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Curr\u00edculos e fundamentos <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Uma quest\u00e3o educacional recorrente consiste na defini\u00e7\u00e3o, distin\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o de cargas hor\u00e1rias de teoria e pr\u00e1tica nos cursos de educa\u00e7\u00e3o profissional. Os curr\u00edculos dessa modalidade educativa s\u00e3o estruturados por uma parte te\u00f3rica e uma parte pr\u00e1tica, com variadas distribui\u00e7\u00f5es de cargas hor\u00e1rias em fun\u00e7\u00e3o de cada ocupa\u00e7\u00e3o e, nos casos de titula\u00e7\u00e3o reconhecida, das normas oficiais em vigor. A integraliza\u00e7\u00e3o dos curr\u00edculos se d\u00e1 com as pr\u00e1ticas t\u00edpicas de cada ocupa\u00e7\u00e3o, mais os conhecimentos cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos relacionados, tudo derivado do perfil profissional identificado no mundo do trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica profissional curricular \u00e9 realizada em ambientes de ensino o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel dos ambientes reais de trabalho. S\u00e3o laborat\u00f3rios, oficinas de aprendizagem, plantas piloto, esta\u00e7\u00f5es de trabalho, salas especiais etc. Em certos casos essa reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 materialmente invi\u00e1vel ou muito onerosa, sendo adotadas solu\u00e7\u00f5es substitutivas, tais como visitas e est\u00e1gios orientados ou simula\u00e7\u00f5es. Na maioria dos casos, entretanto, \u00e9 indispens\u00e1vel a presen\u00e7a do aluno para o aprendizado no adequado ambiente escolar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em geral e desej\u00e1vel, a doc\u00eancia da pr\u00e1tica \u00e9 atribu\u00edda a profissional com experi\u00eancia no mundo do trabalho, acrescida de forma\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica em cursos de licenciatura ou capacita\u00e7\u00e3o oferecida pela pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o formadora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As leis da educa\u00e7\u00e3o e da aprendizagem contam com dispositivos expressos sobre teoria e pr\u00e1tica. A Lei n\u00ba 9.394, de 1996, de diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional, disp\u00f5e:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; <em>Art. 35. O ensino m\u00e9dio, etapa final da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, com dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de tr\u00eas anos, ter\u00e1 como finalidade:<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>IV \u2013 a compreens\u00e3o dos fundamentos cient\u00edfico-tecnol\u00f3gicos dos processos produtivos, <strong>relacionando a teoria com a pr\u00e1tica, <\/strong>no ensino de cada disciplina.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Art. 35-A &#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em> 8\u00ba Os conte\u00fados, as metodologias e as formas de avalia\u00e7\u00e3o processual e formativa ser\u00e3o organizados nas redes de ensino por meio de <strong>atividades te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, <\/strong>provas orais e escritas, &#8230;<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Art. 36&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em> 6\u00ba A crit\u00e9rio dos sistemas de ensino, a oferta de forma\u00e7\u00e3o com \u00eanfase t\u00e9cnica e profissional considerar\u00e1:<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>I \u2013 a inclus\u00e3o de <strong>viv\u00eancias pr\u00e1ticas de trabalho <\/strong>no setor produtivo ou em ambientes de simula\u00e7\u00e3o, estabelecendo parcerias e fazendo uso, quando aplic\u00e1vel, de instrumentos estabelecidos pela legisla\u00e7\u00e3o sobre aprendizagem profissional <\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em> 11 Para efeito de cumprimento das exig\u00eancias curriculares do ensino m\u00e9dio, os sistemas de ensino poder\u00e3o reconhecer compet\u00eancias e firmar conv\u00eanios com institui\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia com not\u00f3rio reconhecimento, mediante as seguintes formas de comprova\u00e7\u00e3o:<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>I \u2013 <strong>demonstra\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica<\/strong><\/em><strong>;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Lei n\u00ba 10.097, de 2000, sobre aprendizagem, altera disposi\u00e7\u00f5es da CLT que estabelece:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&#8211; Art. 428&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em> 4\u00ba A forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnico-profissional a que se refere o caput deste artigo caracteriza-se por <strong>atividades te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, <\/strong>metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva desenvolvidas no ambiente de trabalho.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Est\u00e3o assinalados os termos e express\u00f5es que ser\u00e3o analisados a seguir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Termos e distin\u00e7\u00f5es <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o empregados ou subentendidos no jarg\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o profissional os seguintes termos que precisam ser escrutinados: teoria, pr\u00e1tica, atividade e os correlatos ci\u00eancia, tecnologia, pensamento e a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde logo, \u00e9 preciso reconhecer que n\u00e3o h\u00e1 limites precisos entre teoria e pr\u00e1tica. N\u00e3o raras vezes ouve-se a cr\u00edtica de que tal curso \u00e9 excessivamente te\u00f3rico. Na maioria dos casos, n\u00e3o passa de vis\u00e3o amadora e inconsequente. E h\u00e1 uma confus\u00e3o reinante e ing\u00eanua de que a pr\u00e1tica se limita \u00e0s habilidades motoras e a teoria ocorre em sala de aula.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio, antes de tudo, esclarecer os termos em jogo. Conforme o Dicion\u00e1rio Caldas Aulete, a seguir os significados em an\u00e1lise:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; teoria \u2013 princ\u00edpios gerais e fundamentais de qualquer ci\u00eancia ou arte; &#8230;; doutrina \/\/ f. gr. <em>theoria<\/em>, pelo lat. <em>theoria<\/em>. Teoricamente \u2013 de modo te\u00f3rico, n\u00e3o praticamente. Te\u00f3rico \u2013 especulativo (op\u00f5e-se vulgarmente a pr\u00e1tico);<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; pr\u00e1tica \u2013 experi\u00eancia, uso, h\u00e1bito de qualquer arte, ci\u00eancia; &#8230;; exerc\u00edcio; &#8230; longo tiroc\u00ednio \/\/ aplica\u00e7\u00e3o das regras, dos princ\u00edpios (contrap\u00f5e-se <em>grosso modo <\/em>a teoria) \/\/ execu\u00e7\u00e3o do que se concebeu e projetou. <em>Por em pr\u00e1tica, <\/em>realizar \/\/ f. gr. <em>\u00a0praktike, <\/em>scilicet <em>tekhne <\/em>(arte de fazer alguma coisa), pelo lat. <em>practica<\/em>;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; atividade \u2013 qualidade de ser ativo; atua\u00e7\u00e3o \/\/ for\u00e7a, energia \/\/ &#8230; (fig.) multiplicidade dos trabalhos, das ideias, das empresas de um homem \/\/ f. lat. <em>activitas; <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; ci\u00eancia \u2013 soma ou conjunto de conhecimentos que se possuem sobre variados objetos; instru\u00e7\u00e3o, erudi\u00e7\u00e3o, literatura \/\/ &#8230; conhecimentos humanos considerados no seu todo, segundo a sua natureza e progresso \/\/ f. lat. <em>scientia;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; tecnologia \u2013 o conjunto dos processos especiais relativos a uma determinada arte ou ind\u00fastria; &#8230;; explica\u00e7\u00e3o dos termos pr\u00f3prios das artes, of\u00edcios \/\/ f. gr. <em>\u00a0tekhne <\/em>(arte) + <em>logos <\/em>(discurso) + <em>ia;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; pensamento \u2013 qualquer ato particular do esp\u00edrito ou opera\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia; &#8230;; a faculdade de pensar; o esp\u00edrito. Pensar \u2013 meditar \/\/ &#8230; reflexionar \/\/ &#8230; raciocinar \/\/ f. lat. <em>pensare;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; a\u00e7\u00e3o \u2013 &#8230; ato, feito, obra \/\/ &#8230; movimento &#8230;\/\/ f. lat. <em>actio.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Algumas infer\u00eancias podem ser formuladas a partir desse vocabul\u00e1rio b\u00e1sico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda que vulgarmente ou <em>grosso modo<\/em>, teoria, associada \u00e0 ci\u00eancia e ao pensamento, se contrap\u00f5e a pr\u00e1tica, que por sua vez significa atividade ou a\u00e7\u00e3o. A tecnologia parece transitar nos \u00e2mbitos da teoria e da pr\u00e1tica ou aplica\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia. N\u00e3o se trata aqui da quest\u00e3o filos\u00f3fica da preced\u00eancia entre a\u00e7\u00e3o e pensamento. \u00c9 uma quest\u00e3o mais prosaica de analisar a separa\u00e7\u00e3o, expressa ou velada, entre a teoria e a pr\u00e1tica nos curr\u00edculos da educa\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As express\u00f5es correntes, at\u00e9 mesmo em textos normativos, \u201catividade pr\u00e1tica\u201d e \u201catividade te\u00f3rica\u201d n\u00e3o se sustentam logicamente. A primeira \u00e9 evidente redund\u00e2ncia. Dizer atividade ou pr\u00e1tica docente, cir\u00fargica, dom\u00e9stica, profissional, at\u00e9 mesmo il\u00edcita, est\u00e1 correto. Mas, \u201catividade pr\u00e1tica\u201d, convenhamos&#8230; A \u201catividade te\u00f3rica\u201d, ainda que se possa cogitar de atividade mental ou cerebral, tamb\u00e9m n\u00e3o resiste a um crivo anal\u00edtico. O melhor, pois, seria empregar os termos de forma isolada e simples: pr\u00e1tica e teoria. Quando necess\u00e1ria a a\u00e7\u00e3o correspondente nos dois casos, ter\u00edamos \u201cpraticar\u201d e \u201cteorizar\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto aos curr\u00edculos da educa\u00e7\u00e3o profissional, deve ser inquestion\u00e1vel o car\u00e1ter pedag\u00f3gico e pr\u00e1tico (escusa pelo pleonasmo) da pr\u00e1tica profissional. At\u00e9 mesmo quando o aluno ou o trabalhador param para fazer c\u00e1lculo, diante de um problema ou poss\u00edvel melhoria, est\u00e1 pondo em pr\u00e1tica conhecimentos de matem\u00e1tica e de outras ci\u00eancias. Essa distin\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 facilmente observada nos componentes curriculares relacionados. Por exemplo, em matem\u00e1tica, os princ\u00edpios, conceitos e teoremas s\u00e3o \u201cteoria\u201d; a aplica\u00e7\u00e3o, os exerc\u00edcios e a solu\u00e7\u00e3o de problemas, que constituem grande parte da carga hor\u00e1ria, s\u00e3o \u201cpr\u00e1tica\u201d. O mesmo racioc\u00ednio vale para outras ci\u00eancias, que, a par do aprendizado do aparato conceitual, o processo formativo completo requer muita pr\u00e1tica laboratorial. Outro componente, em geral nomeado na parte te\u00f3rica dos curr\u00edculos, \u00e9 o desenho, que, de fato, se desenvolve por meio de in\u00fameras pr\u00e1ticas formadoras de habilidades motoras, com aplica\u00e7\u00e3o de regras. Tamb\u00e9m a inform\u00e1tica \u00e9 predominantemente aplica\u00e7\u00e3o da matem\u00e1tica, sendo o seu aprendizado e uso centrados em um vasto e crescente universo de pr\u00e1ticas digitais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parece que a r\u00edgida separa\u00e7\u00e3o entre teoria e pr\u00e1tica nos curr\u00edculos profissionalizantes n\u00e3o passa de mero artif\u00edcio organizacional. Teoria e pr\u00e1tica se interpenetram e se interagem em todos os momentos e situa\u00e7\u00f5es de aprendizagem e de trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tudo isso para dizer e concluir que a separa\u00e7\u00e3o usual entre teoria e pr\u00e1tica nos curr\u00edculos educacionais, do ponto de vista l\u00f3gico e gramatical, \u00e9 fr\u00e1gil e equivocada. Apenas por for\u00e7a do h\u00e1bito ou por conven\u00e7\u00e3o e conveni\u00eancia, pode-se admitir e continuar aceitando essa distin\u00e7\u00e3o. Ou seja, prevalecem o uso e o costume.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A l\u00f3gica? Ora, a l\u00f3gica&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nota: Embora n\u00e3o tenha feito qualquer refer\u00eancia, este texto encontra respaldo nos ensinamentos do mestre Jos\u00e9 M\u00e1rio Pires Azanha, Professor Em\u00e9rito da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade de S\u00e3o Paulo, e no cl\u00e1ssico da literatura educacional <strong>A linguagem da educa\u00e7\u00e3o <\/strong>de Israel Scheffler.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo, julho de 2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nacim Chieco Membro da Academia Paulista de Educa\u00e7\u00e3o \u00a0 Lutar com palavras parece sem fruto. N\u00e3o tem carne e sangue&#8230; Entretanto, luto. Carlos Drummond de Andrade \u00a0\u00a0 Curr\u00edculos e fundamentos \u00a0Uma quest\u00e3o educacional recorrente consiste na defini\u00e7\u00e3o, distin\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o de cargas hor\u00e1rias de teoria e pr\u00e1tica nos cursos de educa\u00e7\u00e3o profissional. Os curr\u00edculos dessa modalidade educativa s\u00e3o estruturados por uma parte te\u00f3rica e uma parte pr\u00e1tica, com variadas distribui\u00e7\u00f5es de cargas hor\u00e1rias em fun\u00e7\u00e3o de cada ocupa\u00e7\u00e3o e, nos casos de titula\u00e7\u00e3o reconhecida, das normas oficiais em vigor. 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