{"id":4084,"date":"2024-03-14T21:30:09","date_gmt":"2024-03-15T00:30:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.apedu.org.br\/site\/?p=4084"},"modified":"2024-04-07T19:28:38","modified_gmt":"2024-04-07T22:28:38","slug":"%ef%bb%bfafinal-os-que-os-jovens-esperam-da-estrutura-curricular-do-ensino-medio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.apedu.org.br\/site\/%ef%bb%bfafinal-os-que-os-jovens-esperam-da-estrutura-curricular-do-ensino-medio\/","title":{"rendered":"\ufeffArtigo &#8211; Afinal &#8230; o que os jovens esperam da estrutura curricular do Ensino M\u00e9dio?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.apedu.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/2879_Sess\u00e3o_Conselho_06.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4086\"\/><figcaption>Acad\u00eamica Ghisleine Trigo<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p> Por Ghisleine Trigo da Silveira <\/p>\n\n\n\n<p>Em relevante <a href=\"https:\/\/todospelaeducacao.org.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/pesquisa-datafolha-jovens-ingressantes-no-ensino-medio.pdf\">pesquisa encomendada pela ONG \u201cTodos pela Educa\u00e7\u00e3o\u201d<\/a>, o Datafolha ouviu jovens de 14 a 16 anos de escolas p\u00fablicas e privadas de todas as regi\u00f5es do Brasil, sobre a estrutura curricular a ser adotada no Ensino M\u00e9dio. <\/p>\n\n\n\n<p>Na contram\u00e3o dos que, nas\nrecentes discuss\u00f5es sobre o Ensino M\u00e9dio, defendem radicalmente a volta a um\ncurr\u00edculo fixo, integrado pelos componentes curriculares que, tradicionalmente,\nforam abordados nessa etapa, a maioria dos estudantes brasileiros matriculados\nna 1\u00aa s\u00e9rie (65% deles) declara sua prefer\u00eancia por um <strong>curr\u00edculo flex\u00edvel<\/strong>\n<strong>, <\/strong>que&nbsp; lhes permita ou que se\naprofundem em componentes de seu interesse ou que optem por um curso t\u00e9cnico\nprofissionalizante, ali\u00e1s como j\u00e1 prev\u00ea a estrutura curricular vigente para o\nnovo Ensino M\u00e9dio, ora em an\u00e1lise. <\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o resta d\u00favida, portanto, que\nmuitos jovens brasileiros desejam ter acesso a uma forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica\nprofissional integrada ao ensino m\u00e9dio, outra possibilidade duramente criticada\npelos que desejam simplesmente a revoga\u00e7\u00e3o do novo Ensino M\u00e9dio. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 fundamental, portanto, que o\nprotagonismo \u2013 outra marca do modelo vigente \u2013 possa ser estimulado, de forma\nque os jovens possam participar de discuss\u00f5es sobre o assunto, com base em\ninforma\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis e, mais que isso, que sua voz seja efetivamente\nconsiderada no desenho curricular dessa importante etapa da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, de\ngrande relev\u00e2ncia para o projeto de vida de cada um deles e, porque n\u00e3o, para o\nfuturo do pa\u00eds. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ghisleine Trigo da Silveira Em relevante pesquisa encomendada pela ONG \u201cTodos pela Educa\u00e7\u00e3o\u201d, o Datafolha ouviu jovens de 14 a 16 anos de escolas p\u00fablicas e privadas de todas as regi\u00f5es do Brasil, sobre a estrutura curricular a ser adotada no Ensino M\u00e9dio. 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