Academia Paulista de Educação

Main Menu

  • A Academia
    • Apresentação
    • Diretoria Atual – 2023 a 2026
    • Quadro de Benedito Calixto
    • Velha Guarda
    • Medalha da Academia
    • Hino
    • Estatuto
  • Acadêmicos
  • Membros
    • Honorários
    • Beneméritos
    • Correspondentes
  • Notícias
  • Eventos
  • Artigos
  • Estudos e Pesquisas
  • Revista APE
  • Fotos
  • Contato

logo

Academia Paulista de Educação

  • A Academia
    • Apresentação
    • Diretoria Atual – 2023 a 2026
    • Quadro de Benedito Calixto
    • Velha Guarda
    • Medalha da Academia
    • Hino
    • Estatuto
  • Acadêmicos
  • Membros
    • Honorários
    • Beneméritos
    • Correspondentes
  • Notícias
  • Eventos
  • Artigos
  • Estudos e Pesquisas
  • Revista APE
  • Fotos
  • Contato
Notícias
Home›Informações›Notícias›Pesquisa da Unicamp alerta para desigualdade na distribuição de escolas médicas em São Paulo

Pesquisa da Unicamp alerta para desigualdade na distribuição de escolas médicas em São Paulo

By prof. Hubert
13 de junho de 2026
35
0
A orientadora do estudo, professora Eliana Amaral, o pesquisador Guilherme Frayha e os professores Joana Froes Bragança (Unicamp) e Milton de Arruda Martins (USP)

Dissertação de mestrado defendida na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) chama a atenção para temas fundamentais da educação médica brasileira: a rápida expansão dos cursos de Medicina, a distribuição regional das escolas médicas e os desafios relacionados à qualidade da formação dos futuros profissionais de saúde.

O estudo, realizado pelo médico e pesquisador Guilherme Frayha, sob orientação da professora Eliana Martorano Amaral, no Programa de Pós-Graduação em Educação para as Profissões da Saúde da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), analisou o perfil das escolas médicas do Estado de São Paulo entre 2013 e 2025, período marcado por forte crescimento impulsionado por políticas públicas como o Programa Mais Médicos.

A pesquisa analisou a expansão dos cursos de Medicina entre 2013 e 2025 e concluiu que a maior parte das novas vagas foi criada por instituições privadas, sem que houvesse uma correspondência efetiva com as necessidades regionais de saúde. O estudo também chama atenção para o fato de que diversos municípios que receberam novos cursos não dispõem da infraestrutura assistencial necessária e preceptores formados para sustentar adequadamente a formação médica completa e de boa qualidade, especialmente nos ciclos clínicos e no internato.

Para a acadêmica da Academia Paulista de Educação e professora da Unicamp, Eliana Martorano Amaral, o trabalho traz uma contribuição relevante para o debate sobre a formação médica no Brasil:

“A ampliação do número de vagas em Medicina é importante, mas não pode ser analisada apenas sob a ótica quantitativa. A qualidade da formação depende da existência de hospitais, unidades de saúde, preceptores qualificados e integração efetiva com o sistema de saúde. Quando a expansão ocorre sem planejamento adequado, corre-se o risco de aumentar o número de vagas sem garantir as condições necessárias para formar bons médicos.”

A professora observa ainda que o estudo reforça uma preocupação crescente entre especialistas em educação médica e políticas públicas:

“O desafio não é apenas formar mais médicos, mas distribuí-los melhor e assegurar que sua formação esteja alinhada às necessidades reais da população. A abertura de cursos deve considerar tanto a qualidade acadêmica quanto sua capacidade de contribuir para a redução das desigualdades regionais em saúde.”

O tema ganha relevância em um momento em que o Brasil assiste a uma rápida expansão da oferta de cursos médicos. Especialistas têm destacado que a formação em Medicina exige condições específicas de ensino, campos de prática diversificados e forte articulação com os serviços de saúde, fatores que nem sempre acompanham a velocidade da expansão observada nos últimos anos.

Ao evidenciar a concentração de escolas médicas em regiões mais favorecidas e a permanência de vazios formativos em áreas vulneráveis, a pesquisa da Unicamp contribui para uma reflexão mais ampla sobre planejamento educacional, desenvolvimento regional e equidade no acesso à saúde, temas que permanecem centrais para o futuro das políticas públicas brasileiras.

  • Revista APE

    Revista N° 7 – Ano 6 – Março 2016

    Revista Academia Paulista de Educação N° 7 Ano 6 – Março 2018
  • Revista APE

    Revista N° 6 – Ano 5 – Novembro 2016

    Revista Academia Paulista de Educação N° 6 Ano 5 – Novembro 2016
  • Revista APE

    Revista N° 5 – Ano 4 – Setembro 2015

    Revista Academia Paulista de Educação N° 5 Ano 4 – Setembro 2015
  • Revista APE

    Revista N° 4 – Ano 3 – Agosto 2014

    Revista Academia Paulista de Educação N° 4 Ano 3 – Agosto 2014
  • Revista APE

    Revista N° 3 – Ano 2 – Agosto 2013

    Revista Academia Paulista de Educação N° 3 Ano 2 – Agosto 2013
  • Revista APE

    Revista N° 2 – Ano 1 – Novembro 2012

    Revista Academia Paulista de Educação N° 2 Ano 1 – Novembro 2012
  • Revista APE

    Revista N° 1 – Ano 1 – Janeiro / Março 2012

    Revista Academia Paulista de Educação N° 1 Ano 1 – Janeiro/Março 2012
logo

Sede:
Rua Tabapuã, 500, Conjunto 42 - Itaim Bibi
São Paulo - SP
CEP 04533-001

Telefones:
2883-6154 e 2574-4523

E-mail:
contatogeral@apedu.org.br ou presidencia@apedu.org.br

  • A Academia
    • Apresentação
    • Diretoria Atual – 2023 a 2026
    • Quadro de Benedito Calixto
    • Velha Guarda
    • Medalha da Academia
    • Hino
    • Estatuto
  • Acadêmicos
  • Membros
    • Honorários
    • Beneméritos
    • Correspondentes
  • Notícias
  • Eventos
  • Artigos
  • Estudos e Pesquisas
  • Revista APE
  • Fotos
  • Contato
  • Home
© Copyright Academia Paulista de Educação
Midiamix Editora Digital